27 fevereiro, 2009

Define-me "céu" !

"Espaço infinito onde se movem os astros e as estrelas, caracteristico por um azul claro...possui varias camadas sendo a primeira chamada de atmosfera o que possui a vida na terra... É bastante bom olhar para o céu, tanto quando esta azul, como quando esta estrelado...é mistico! Acredita se que depois de mortas as pessoas vão para lá."
"Céu
é o infinito, é o sonho, é tudo o que queremos atingir porque há algo nele que nos cativa... è um mistério."
"lugar onde tu voas e ves voar o teu pensamento.."
"O espaço onde a nossa liberdade e imaginação não tem limites e onde há noite é capaz com um simples iluminar de quebrar o mais duro dos corações"
"O céu é campo azul com um monte de algodão amachucado por cima com que o pessoal do céu custuma brincar, quando jogam futebol ele fica mais sujo e o céu esta mais cinzento, quando é renovado o stock de algodão as nuvens estão mais branquinhas."

19 fevereiro, 2009

É Facil...

É fácil, muito fácil de amar, e sabe-lo. E perigoso, porque não tentas sequer, porque não aparentas qualquer esforço; no entanto, és naturalmente gostável, como o mar ao pôr-do-sol ou um dia calmo em que não se faz nada.
Há em ti uma quase ausência de intenção e, no entanto, atrais-me com desmesura.
Aposto que facilmente te tornas preciso, como o antídoto de um veneno, e eu confesso-te que sim desde há uns tempos pra cá. Um vicio que só tu sacias. É como se o meu corpo sentisse uma fome quase mortal da tua pele.
E depois és calma confusa e desmedida, que me faz deixar de lado todos os “medos” e “receios” estereotipados e irracionais. A certeza de que o momento apesar de efémero é eterno e sabe bem, tão bem…que me custa acreditar , que chego a ter medo de exagerar, de gastar tudo num só segundo, de deixar de lado, de me perder de ti.
Porque, quando um dia deixares de me querer, eu ficarei com fome e à deriva, a abraçar-me- ei às paredes, a arrastar-me-ei pelas ruas e a tropeçar nas esquinas, sintomas certos da doença incurável de nunca mais te ter. Deixar-me-ias sem critério, e haveria dias em que qualquer um me serviria para te emular: o trolha da obra no fim da rua que oferece os braços nus à geada da manhã, o rapaz vesgo , o farmacêutico de esgar macilento
E depois a irmã loucura, confortavelmente instalada, abraçar-me-ia num aconchego fraterno.
(posso por fim começar a perder-me).

14 fevereiro, 2009

As vezes tenho tanto medo de sentir....

04 fevereiro, 2009

Gosto*